terça-feira, 20 de novembro de 2012

As cartas que eu não mando #2

Em uma noite silenciosa.

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Para Minha única exceção

Ainda estou pensando em você. Fico imaginando até quando essa situação vai se estender. Não me resta mais nada pra fazer a não ser ficar aqui pensando em você e em mim e principalmente em nós e esperar que um dia isso passe.

Será que eu vou sofrer muito? Já estou sofrendo, mas penso que vou sofrer muito mais. Agora estou triste e fico ouvindo musicas lentas que fazem eu me sentir melhor, por mais estranho que pareça.

Será fácil esquecer esse sentimento que eu sinto? Acho que não, mas eu tenho que seguir da melhor forma que posso até poder superar. Mas de alguma forma alimento minha alma com pequenas esperanças que um dia ficaremos juntos, que você saberá do meu amor e me corresponderá. São esperanças tolas. Mesmo que fiquemos juntos isso só aumentará meu sofrimento quando um de nós precisar partir.

Agora imagino quantas páginas preencherei até um dia não precisar mais escrever aqui o que eu queria te dizer. Talvez muitas. Talvez muitíssimas. Mas se um dia você ler isso eu quero que saiba você é meu primeiro amor, e até que eu tenha superado essa dor que é amar estarei esperando por você.

Fim.

2 Cochichos atrás da porta:

railer disse...

uau, cara, que maneiro. me identifiquei com esta carta... ando me sentindo exatamente assim e espero que o tempo venha ajudar nisso.

abraços!

Sam Peregrine disse...

Oi railer.
Espero que você possa estar junto de quem ama ou melhore, pois é difícil amar calado assim.
Sorte pra nós! rsrs

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